Histórico
A Universidade Gama Filho (UGF) tem tradição em avaliações institucionais mesmo antes do SINAES estabelecer a obrigatoriedade. Entretanto, as avaliações prévias não constituíram um processo abrangente e dinâmico, capaz de fornecer subsídios aos gestores para a tomada de decisões.
A trajetória de Avaliação na Universidade Gama Filho tem como ponto de partida o ano de 1990, quando foi criado e implantado o primeiro estudo denominado Vestibular e visava à análise do Vestibular Unificado, na época sob responsabilidade da CESGRANRIO. O estudo tinha como foco a validade concorrente entre a redação apresentada e as respostas dadas nas provas objetivas e de Língua Portuguesa. A partir das análises e questionamentos decorrentes desse primeiro trabalho, surgiu a necessidade de investigar os processos vivenciados pelo aluno do ensino médio, futuro candidato ao ingresso no ensino superior.
Em 1993, foi elaborado o Projeto de Avaliação do Desempenho Docente, com o objetivo de começar a tratar de aspectos de avaliação em processos internos da UGF. Tal trabalho foi desenvolvido por uma Equipe de Avaliação vinculada à Vice-Reitoria Acadêmica. Esta modalidade de avaliação mobilizou todos os Departamentos de Cursos da UGF, pois sua construção foi coletiva, com um representante de cada Departamento participando de reuniões regulares de trabalho, além da incumbência de levar informações e suscitar discussões entre os atores do curso. A autonomia de cada curso era estimulada, não só pela metodologia aplicada, mas também por permitir que houvesse critérios de avaliação específicos para cada um deles, além dos critérios comuns a toda a UGF.
O nível de mobilização desse trabalho foi de tal porte, que a Comunidade UGF constatou a clara necessidade da criação do Projeto de Avaliação Institucional da UGF, em 1994. O amadurecimento desse trabalho sofreu grande influência do PAIUB - Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras, que também trabalhava com construção coletiva e respeito à individualidade, neste caso individualidade Institucional. Além do PAIUB, o Projeto de Avaliação Institucional UGF também considerou as solicitações do MEC e as necessidades internas (acadêmicas e administrativas) da IES. Congregava um amplo conjunto de variáveis quantitativas e qualitativas em distintos níveis de complexidade.
A partir de então, surgiram outros levantamentos de avaliação incorporados ao quotidiano da Universidade, além da Avaliação do Desempenho Docente sob o ponto de vista do aluno.
Em 2002 a Vice-Reitoria Acadêmica criou a Coordenação de Planejamento e Avaliação Acadêmica – CPAA. Assim, ao reunir em um só setor duas atividades essenciais ao desenvolvimento da Instituição, procurou-se aprimorar processos já existentes e criar novos.
O MEC estabeleceu novas diretrizes para a avaliação das Instituições de Ensino Superior em 2004, criando a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES – e estabelecendo as diretrizes para o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, em consonância com legislação específica (Lei n.º10.861, de 14 de abril de 2004, e Portaria n.º 2.05,1 de julho de 2004).
Em 2004 foi nomeada através do Ato Executivo n.º 20.566, a primeira Comissão Própria de Avaliação da Universidade Gama Filho – CPA-UG. Em 2005, a CPAA foi extinta e foram criados dois novos setores: a Coordenação de Planejamento de Ensino – CPE e a Coordenação de Avaliação Institucional – CAI, com o objetivo de aprimorar seus respectivos processos de forma mais detalhada, em especial para criar meios para lidar com as novas exigências do MEC no que diz respeito à Avaliação Institucional.
Em 2006, a CAI foi extinta. O setor passou a ser chamado Coordenação Técnica de Avaliação – CTA. Sua equipe sofreu alterações na sua composição, saindo a chefia anterior e incorporado um professor do Curso de Ciência da Computação para que se investisse nos processos de avaliação através de mídia on-line.
Histórico
A Universidade Gama Filho (UGF) tem tradição em avaliações institucionais mesmo antes do SINAES estabelecer a obrigatoriedade. Entretanto, as avaliações prévias não constituíram um processo abrangente e dinâmico, capaz de fornecer subsídios aos gestores para a tomada de decisões.
A trajetória de Avaliação na Universidade Gama Filho tem como ponto de partida o ano de 1990, quando foi criado e implantado o primeiro estudo denominado Vestibular e visava à análise do Vestibular Unificado, na época sob responsabilidade da CESGRANRIO. O estudo tinha como foco a validade concorrente entre a redação apresentada e as respostas dadas nas provas objetivas e de Língua Portuguesa. A partir das análises e questionamentos decorrentes desse primeiro trabalho, surgiu a necessidade de investigar os processos vivenciados pelo aluno do ensino médio, futuro candidato ao ingresso no ensino superior.
Em 1993, foi elaborado o Projeto de Avaliação do Desempenho Docente, com o objetivo de começar a tratar de aspectos de avaliação em processos internos da UGF. Tal trabalho foi desenvolvido por uma Equipe de Avaliação vinculada à Vice-Reitoria Acadêmica. Esta modalidade de avaliação mobilizou todos os Departamentos de Cursos da UGF, pois sua construção foi coletiva, com um representante de cada Departamento participando de reuniões regulares de trabalho, além da incumbência de levar informações e suscitar discussões entre os atores do curso. A autonomia de cada curso era estimulada, não só pela metodologia aplicada, mas também por permitir que houvesse critérios de avaliação específicos para cada um deles, além dos critérios comuns a toda a UGF.
O nível de mobilização desse trabalho foi de tal porte, que a Comunidade UGF constatou a clara necessidade da criação do Projeto de Avaliação Institucional da UGF, em 1994. O amadurecimento desse trabalho sofreu grande influência do PAIUB - Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras, que também trabalhava com construção coletiva e respeito à individualidade, neste caso individualidade Institucional. Além do PAIUB, o Projeto de Avaliação Institucional UGF também considerou as solicitações do MEC e as necessidades internas (acadêmicas e administrativas) da IES. Congregava um amplo conjunto de variáveis quantitativas e qualitativas em distintos níveis de complexidade.
A partir de então, surgiram outros levantamentos de avaliação incorporados ao quotidiano da Universidade, além da Avaliação do Desempenho Docente sob o ponto de vista do aluno.
Em 2002 a Vice-Reitoria Acadêmica criou a Coordenação de Planejamento e Avaliação Acadêmica – CPAA. Assim, ao reunir em um só setor duas atividades essenciais ao desenvolvimento da Instituição, procurou-se aprimorar processos já existentes e criar novos.
O MEC estabeleceu novas diretrizes para a avaliação das Instituições de Ensino Superior em 2004, criando a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES – e estabelecendo as diretrizes para o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, em consonância com legislação específica (Lei n.º10.861, de 14 de abril de 2004, e Portaria n.º 2.05,1 de julho de 2004).
Em 2004 foi nomeada através do Ato Executivo n.º 20.566, a primeira Comissão Própria de Avaliação da Universidade Gama Filho – CPA-UG. Em 2005, a CPAA foi extinta e foram criados dois novos setores: a Coordenação de Planejamento de Ensino – CPE e a Coordenação de Avaliação Institucional – CAI, com o objetivo de aprimorar seus respectivos processos de forma mais detalhada, em especial para criar meios para lidar com as novas exigências do MEC no que diz respeito à Avaliação Institucional.
Em 2006, a CAI foi extinta. O setor passou a ser chamado Coordenação Técnica de Avaliação – CTA. Sua equipe sofreu alterações na sua composição, saindo a chefia anterior e incorporado um professor do Curso de Ciência da Computação para que se investisse nos processos de avaliação através de mídia on-line.